- Venerável Ordem III - Capela Dourada

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Festa das Chagas de São Francisco

Postado em: setembro 12, 2016 by Aurélio Santos

 

 


Ordem Terceira de São Francisco recebe concerto gratuito de violão

Postado em: novembro 25, 2015 by Roberto Nonato

H. Villa-Lobos e F. Tárrega são alguns dos compositores que vão ser lembrados nesta quarta (25), na Ordem Terceira de São Francisco do Recife, durante o Concerto de Violão Erudito com o músico Josinaldo Costa.

O evento – promovido pelo Departamento de Música da Universidade Federal de Pernambuco com apoio da igreja – tem início às 19h30. O público pode ter acesso à apresentação mediante a doação de 1 Kg de alimento não perecível.

Clique no link abaixo e saiba mais:
http://entretenimento.ne10.uol.com.br/musica/noticia/2015/11/24/ordem-terceira-de-sao-francisco-recebe-concerto-gratuito-de-violao-582398.php

 

 

Religião, arte e história num mesmo lugar

Postado em: agosto 6, 2014 by Arthur Barreto

Localizada na área central do Recife, capela é referência para turistas e visitantes locais pelo belo acervo.

Veja matéria completa:

clique aqui

 

 

A Primeira Igreja

Postado em: junho 25, 2014 by Roberto Nonato

Tudo assim estabelecido, foi confirmado, pelo Capítulo dos Religiosos que se celebrou na Bahia e presidido pelo Padre Frei Domingos de Loreto, em 20 de novembro de 1695, a ereção desta Ordem e nomeado para seu primeiro comissário, no mesmo Capítulo, o P. M. Frei Jerónimo da Ressurreição, que acabava de terminar o curso de filosofia em Olinda. Nesta mesma Mesa dos padres do Definitório, foi lida a petição que apresentava os novos irmãos terceiros do Recife pedindo permissão para erigirem a sua capela própria e mais o que necessário se fizesse em benefício da Ordem. Foram esses sacerdotes da Bahia, que determinaram aos reverendos ministro, provincial e síndico do Convento para ajustarem com os irmãos da Ordem Terceira, por doação, a data de terras necessária às novas fundações da Ordem Terceira, com a condição expressa e única de darem para a comunidade, de esmola, 2$000 por cova e alcatifa de cada um dos seus irmãos que na sua capela ou casa de exercício se enterrassem.

E deste modo, estando no ano seguinte de 1696 em Pernambuco o Padre Provincial fr. Jácome se confirmou toda essa doação por meio de uma escritura datada de 9 de abril de 1696, lavrada pelo tabelião Antônio Gomes Ferreira, na qual se declarou que o terreno doado era o que a esse tempo existia do lado sul do Convento, começando do muro junto ao Cruzeiro até o outro muro da parte do Rio da Boa Vista, correndo pela sacristia da igreja, onde seria edificada a capela da Ordem com arco para a igreja do Convento, todas as mais casas e tudo afinal que fosse julgado necessário, com a obrigação, como já dissemos acima, de pagar a Ordem Terceira 2$000 de cada irmão falecido, com exclusão dos irmãos pobres, a quem o guardião daria cova gratuita.

Essa escritura foi assinada, por parte do Convento, pelo ex-Ministro Provincial Frei Jácome da Purificação e pelo síndico Joaquim de Almeida; e por parte da Ordem Terceira pelos seguintes irmãos: Ministro Padre Antônio Alves Pinto, secretário Padre Antônio da Costa Carneiro, síndico Pedro da Cruz, definidores Ignacio de Barros, padre João de Castro, vigário João de Oliveira Camacho e discreto Domingos Gomes, sendo presentes, por testemunhas, Manoel de Souza Soares e João Reis da R . Mais um passo vencido na existência da Ordem há tão pouco nascida: a doação do terreno. E a 13 de maio de 1696 foi lançada pelo Capitão General Caetano de Mello Castro a primeira pedra da capela dourada, hoje dos noviços e também a primeira igreja da Ordem Terceira da vila do Recife.

Transcrevemos, a seguir, como valioso comprovante, o “Acento e Memória da Fundação da Igreja desta Venerável Ordem Terceira da Penitência, neste Convento de Santo Antônio do Recife”, conservando-lhe o sabor da linguagem e da ortografia:

 

“No anno de Nosso S. Jesus Christo de mil seis centos e nouenta e seis aos treze diaz domes de Mayo sendo Pontifesse o papa inossencio duo dessimo; Rey em Portugal o sr. Dom Pedro Segdo, sendo Bpo deste Bispado Dom Francisco de Lima; Gouernador desta Capitania o Sr. Gnal. Caetano de Mello de Castro; Prouincial de S.° Antonio da Prouincia deste Brazil o Rdo. Pe. Pregador Fr. Jacome da Porificação; Guardião deste Couento o Pe. Fr. Agostinho de Sam Luiz ex-definidor, sendo Commiss.0 Uizitador primr.° por patente de Capitulo o Rdo. Pe. Pregador e lente de teologia Fr Hieronimo da Ressurreição, Ministro da Ordem o Rdo. Pe. Ant.° Pinto, Secret.0 da mesma o irmão Pedro da Cruz, discretos da Mesa o Rdo. Pe. João de Castro, o irmão o Sargto Mayor Mel, de Azdo. Silva, o Irmão o Capm. Ign.° de Barros, o Irmão Domingos Gomes Duarte, o Irmão João de Oliura. Camacho, Uigr.° do Culto Divino se deu principio afundação da Igreja da Venerável Ordem 3.a conuento de Santo Antonio do Re. lançando-se apra pedra com a solenidade q. dispõem livros eserimoniais da Igreja, pello mesmo Pe. Prouincial Fr. Jacome daporificação, assistindo os Gor e Capm. Gnal. Caetano de Mello de Castro que foi o que lançou apra. pedra epara q fique a prepectua memoria semandou lançar este acento emo livro das Couzas notaueis dadita Ordem no mesmo dia, mez e anno”.

 

Foi encarregado da construção dessa Igreja o capitão Antônio Fernandes de Mattos e tal foi o fervor com que se trabalhou nas obras que, apenas com as jóias das Mesas e esmolas dos irmãos, se conseguiu a sua abertura ao público no ano de 1697, tendo-se dispendido com a sua
construção, até aquela data, a importância de 1:365$010. Não significa, entretanto, o dizermos aberta ao público, que estivesse completamente
terminada a capela dourada. Hem de longe! Até 1724, ininterruptamente, trabalhava-se na igreja. No dia 15 de setembro do ano de 1697, dezesseis meses depois de começada, foi aberta com toda a solenidade pelo Bev. Padre Comissário Visitador Fr. Jerônimo da Ressurreição que, logo em seguida, celebrou no altar mór o santo «crifício da missa. É um outro documento altamente valioso o que vamos transcrever, colhido no arquivo da Ordem.

 

“MEMORIA DO DIA EM QUE SE DISSE NA NOSSA IGREJA A PRIMEIRA MISSA NOVA.

 

— Noanno do Nascimento de Nosso Sr. Jezus Christo de mil seis centos noventa e sete aos quinze dias do mez de Setr.° sendo Pontífice da Igreja de Deos o senhor Papa Inno-cencio duodécimo Rey de Portugal o sr. D. Pedro 2.° Geral de Pereço, o sr. D. Fr. Francisco de Lima. Governador e Capitão General destas Capitanias o sor. Caetano de Mello de Castro, Provincial de Sto. Antonio do Brazil o Rdo Pregador Fr. Jacome da Purificação, Guardião deste convento de Sto. Antonio do Recife o Pe. Fr. Pantaleão da Cruz, e nosso comissário pr.a vezitador por Patente do Capitulo o Rdo. Pe. Pregador e lente da Sagrada Theologia Fr. Hyeronimo da Ressurreição Irmão Ministro da Ordem Joachim de Almeida, Vice Ministro o Rdo. Pe. Gonçalo Ramos, Secretar.0 irmão Franc.° Cazado de Barros, Definidores da Mesa os irmãos Pedro Roiz Lima, João Pera, Leite e Antonio de Matoz, Antonio Roiz Campello, Francisco Mez de Vine, Hieronimo Diniz, Franc.° Giz da Sylva, Pantaleão Ferraz de Carv.°, Syndico o irmão João Bapta., Vigário do culto divino o irmão João de Oliva. Camacho em dito dia o Nosso Rdo. Comiss.0 com a solenidade q. dispõem a Igra. Catholica benzeo a nossa nova igreja e logo q. se acabou este acto se entrou a celebrar o Sto. Sacrificio da Missa no altar Mayor e pa. q . conste se mandou fazer este termo em q . todos os da Meza prezente assignarão e eu Franc.° Cazado de Barros secret.0 da Ordem o escrevy”.

 

E assim, pouco a pouco, cada ano novas obras eram empreendidas e somente depois de 1724 podemos considerar como concluídos todos os trabalhos da Igreja, por não encontrarmos mais, dessa data em diante, nos livros de RECEITA E DESPEZA da Ordem nenhuma verba atinente a trabalhos realizados em dita capela e como também porque, principiando em 1723 a construção do Hospital, não é presumível que se tratasse daquele empreendimento sem que estivesse completamente, pronta a igreja da Ordem.

 

 

FRANCISCO: PAIXÃO DE CRISTO E COMPAIXÃO

Postado em: junho 12, 2014 by Roberto Nonato

Da Segunda Vida de Francisco de Assis, de Tomás de Celano 9b. Ele, que tinha natural aversão pelos leprosos, julgando-os a monstruosidade mais infeliz do mundo, encontrou-se um dia com um, quando andava a cavalo por perto de Assis. Ficou muito aborrecido e enjoado mas, para não quebrar o propósito que fizera, apeou e foi beijá-lo. O leproso estendeu-lhe a mão para receber alguma coisa e recebeu de volta o dinheiro e um beijo. Francisco tornou a montar e olhou para todos os lados mas, apesar de estar em campo aberto,e não viu mais o leproso. Cheio de admiração e de alegria., poucos dias depois tratou de repetir a boa obra. Dirigiu-se para onde moravam os leprosos, deu dinheiro a cada um deles e beijou-lhes a mão e a boca. Assim substituiu o amargo pelo doce e se dispôs corajosamente para o que ainda estava por vir.

 

10. Já inteiramente mudado de coração, e a ponto de mudar de vida, passou um dia pela igreja de São Damião, abandonada e quase em ruinas. Levado pelo Espírito, entrou para rezar e se ajoelhou devotamente diante do crucifixo. Tocado por uma sensação insólita, sentiu-se todo transformado. Pouco depois, coisa inaudita, a imagem do Crucificado mexeu os lábios e falou com ele. Chamando-o pelo nome, disse: “Francisco, vai e repara minha casa que, como vês, está em ruinas”. A tremer, Francisco espantou-se não pouco e ficou fora de si com o que ouviu. Tratou de obedecer e se entregou todo à obra. Mas, como nem ele mesmo conseguiu exprimir a sensação inefável que teve, também nós vamos nos calar. Desde essa época, domina-o enorme compaixão pelo Crucificado, e podemos julgar piedosamente que os estigmas da paixão ficaram gravados nele desde esse dia: no corpo ainda não, mas sim no coração.

 

11. Coisa admirável e inaudita em nosso tempo! Quem não se há de admirar? Quem já viu coisa parecida? Quem não acreditará que Francisco estava crucificado quando foi para o céu, sabendo que mesmo quando não tinha desprezado plenamente o mundo exterior ouviu Cristo falar da cruz, em um milagre novo e inaudito? Desde essa hora, em que o amado se dirigiu a ele, sua alma ficou transformada. E o amor do coração manifestou-se posteriormente pelas feridas do corpo. Mas desde essa época foi incapaz de deixar de chorar a paixão de Cristo, mesmo em voz
alta, como se a tivesse diante dos olhos. Enchia os caminhos de gemidos, e não admitia consolação alguma lembrando-se das chagas de Cristo. Um dia encontrou um amigo íntima e também o levou a chorar amargamente quando contou a causa de sua dor. Mas não se esqueceu de cuidar daquela imagem nem deixou de obedecer a sua ordem. Na mesma hora deu dinheiro a um padre para comprar uma lâmpada e óleo, para que a imagem não ficasse um só momento sem a devida honra. E, sem preguiça, tratou de fazer o resto, trabalhando sem cessar na reparação daquela igreja. Porque, embora lhe tivesse sido falado da Igreja que Cristo conquistou com seu próprio sangue, não quis ir de repente ao alto, porque devia passar aos poucos da carne para o espírito.

 

 

Camilo da Rosa Simões se apresenta na Igreja na Ordem Terceira de São Francisco do Recife

Postado em: junho 2, 2014 by Roberto Nonato

Na próxima segunda-feira, dia 02/06, o violinista porto-alegrense Camilo da Rosa Simões se apresenta em recital gratuito na Igreja da Ordem Terceira de São Francisco do Recife, a partir das 19h. O recital de violino solo é promovido pelo Departamento de Música da UFPE em parceria com a Ordem Terceira de São Francisco do Recife e está sob a coordenação da professora Paula Farias Bujes. No programa serão apresentadas obras de Sebastian Bach, Eugéne Ysaye e George Rochberg.

O violinista começou seus estudos musicais aos 5 anos de idade e foi aluno do Departamento de Música do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), na classe de Lavard Skou-Larsen da Universidade Mozarteum de Salzburg, na Áustria, onde recebeu distinção (Calloni na graduação Simões no mestrado). Entre 2004 e 2009, o músico apresentou-se com a orquestra Salzburg Chamber Soloists em turnês pela Europa, América Latina e Estados Unidos.

 

 

AS REGRAS DA ORDEM FRANCISCANA SECULAR

Postado em: maio 12, 2014 by Roberto Nonato

O número três da nossa Regra diz: “A presente Regra, após o “Memoriale Propositi” (1221) e após as Regras aprovadas pelos Sumos Pontífices Nicolau IV e Leão XIII, adapta a Ordem Franciscana Secular às exigências e expectativas da santa Igreja nestes tempos de acentuadas mudanças. A sua interpretação compete à Santa Sé e a aplicação será feita pelas Constituições Gerais e por Estatutos particulares.” Francisco e seus companheiros, com seu impulso de renovação evangélica conferiram ao movimento penitencial uma nova vitalidade. Com este novo vigor a Igreja nos pontificados de Inocêncio III e Honório III, por iniciativa principalmente do Cardeal Hugolino, procura comunicar ao movimento penitencial uma coerência maior e até uma personalidade canónica definida. Surgiu, o “Memoriale Propositi”, que orientou todos os penitentes até 1284.

 

1.1. “Memoriale Propositi”
Esta Regra é considerada obra do Cardeal Hugolino e inicia-se assim: Começa a Regra e a vida dos Irmãos e Irmãs da Penitência. Em nome do Pai , do Filho e do Espírito Santo. Amém. Este é o memorial sobre a vida dos Irmãos e Irmãs da Penitência que continuam vivendo em suas próprias casas. Foi iniciado no ano do Senhor de 1221, durante o reinado do senhor Papa Gregório IX, em 20 de maio, na primeira indicção1.

 

Esta primeira regra foi dividida em treze capítulos.

 

1.2. A Regra de Nicolau IV
Esta Regra foi composta por Frei Caro de Florença em 1284, e aprovada em 1289, pelo Papa Nicolau IV com a Bula Supra Montem, nela o Papa reconhecia São Francisco como fundador da Ordem da Penitencia e impunha que “todos os visitadores e formadores” deviam ser dos Irmãos Menores; a Ordem da Penitência ficava, pois, sob a direção da Ordem Primeira.

 

Ela começa assim:

Nicolau, bispo, servo dos servos de Deus.
Aos diletos em Cristo, filhos e filhas, aos Irmãos e Irmãs da Ordem da Penitência, assim como aos futuros, saudação e bênção apostólica. Esta Regra foi dividida em vinte capítulos. E termina assim: Dada em Rieti, no dia 18 de agosto de 1289, segundo ano de nosso Pontificado. No século XIV (alguns historiadores dizem que em 1305) a Ordem dos Irmãos e Irmãs da Penitência passou a ser chamada de Ordem Terceira de São Francisco ou Ordem Terceira Franciscana.

 

1.3. A Regra de Leão XIII
Leão XIII colocou na Ordem Terceira suas preferências e esperanças para a regeneração da sociedade e com a Constituição Apostólica “Misericors Dei Filius” em 03 de maio de 1884. Esta Regra foi dividida em três capítulos, seguidos de outros três em forma de apêndice, com as
indulgências e privilégios dos terceiros. Ela mantém da antiga regra, em forma resumida, o que pode amoldar-se à vida de todo cristão fervoroso, e modifica ou completa aquilo que nela parecia antiquado ou excessivamente rígido.

 

1.4. A Regra de Paulo VI
Esta Regra começou a ser elaborada em 1966 com o trabalho feito sob a coordenação do Conselho Internacional em com a colaboração dos irmãos e irmãs das Fraternidades espalhadas nos diversos países e em 24 de junho de 1978 ela foi promulgada por Paulo VI com o Breve Apostólico “Seraphicus Patriarcha” pelo qual a Santa sé aprova e confirma a Regra da Ordem Franciscana Secular. Esta Regra é dividida em prólogo e três capítulos: o Prólogo da Regra renovada da OFS divide-se em duas partes: “Dos que fazem penitência” e “Dos que não fazem penitência”. A palavra prólogo significa que precede, ou proêmio ou ainda prefácio ou palavras introdutórias. Elas introduzem o que? Aos três Capítulos da Regra:

 

Capítulo I – A Ordem Franciscana Secular (OFS), do número 1 ao 3.
Capítulo II – A Forma de Vida, do número 4 ao 19.
Capítulo III – A vida em Fraternidade, do número 20 ao 26.

 

E importante notar que o Prólogo faz parte da Regra. Ele é constituído de palavras do próprio São Francisco, pois se trata da Carta aos Fiéis, em sua primeira recensão, a mais breve. E a primeira recensão porque, mais tarde, ela recebeu do próprio São Francisco uma redação mais extensa, provavelmente então já dirigida aos Irmãos e Irmãs da Penitência, que procuravam seguir a vida evangélica vivida por São Francisco e indicada por ele aos leigos que junto a ele procuravam uma orientação. Podemos até dizer que a primeira versão da Carta aos Fiéis, colocada agora como Prólogo da Regra renovada, deve iluminar todo o seu conteúdo. O Prólogo mostra a todos os fiéis e particularmente aos franciscanos seculares em que consiste viver como Irmãos e Irmãs da Penitência, em que consiste a vida de penitência ou de conversão evangélica que deve ser recomeçada todos os dias.

 

Regra da OFS

 

CAPÍTULO I – A Ordem Franciscana Secular (OFS) ou Terceira Ordem Franciscana.

 

1. Entre as famílias espirituais, suscitadas na Igreja pelo Espírito Santo, a Família Franciscana reúne todos aqueles membros do Povo de Deus, leigos, religiosos e sacerdotes, que se sentem chamados ao seguimento do Cristo, na trilha de São Francisco de Assis. Por modos e formas diversas, mas em recíproca comunhão vital, esses procuram tornar presente o carisma do comum Pai Seráfico na vida e na missão da Igreja.

 

2. No seio da dita família ocupa unia colocação específica a Ordem Franciscana Secular. Esta se configura como uma união orgânica de todas as fraternidades católicas espalhadas pelo mundo e abertas a todos os grupos de fiéis. Nelas os irmãos e as irmãs, impulsionados pelo Espírito a conseguir a perfeição da caridade no próprio estado secular, comprometem-se pela Profissão a viver o Evangelho à maneira de São Francisco e mediante esta Regra, confirmada pela Igreja.


3. A presente Regra, após o “Memoriale Propositi”(1221) e após as Regras aprovadas pelos Sumos Pontífices Nicolau IV e Leão XII, adapta a Ordem Franciscana Secular às exigências e expectativas da Santa Igreja nas novas condições dos tempos. A sua interpretação compete à Santa Sé, porém a aplicação será feita pelas Constituições Gerais e por Estatutos particulares.

 

CAPÍTULO II: A forma de vida.


4. A Regra e a vida dos franciscanos seculares é esta: observar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo o exemplo de São Francisco de Assis que fez do Cristo o inspirador e o centro da sua vida com Deus e com os homens. Cristo, dom de Amor do Pai, é o caminho para Ele, é a verdade na qual o Espírito Santo nos introduz, é a vida que Ele veio dar em superabundância. Os franciscanos seculares se empenhem, além disso, na leitura assídua do Evangelho, passando do Evangelho à vida e da vida ao Evangelho.

 

5. Os Franciscanos seculares, portanto, procurem a pessoa vivente e operante do Cristo nos irmãos, na Sagrada Escritura, na Igreja e nas ações litúrgicas. A fé de Francisco, que ditou estas palavras: “Nada vejo corporalmente neste mundo do altìssimo Filho de Deus se não o seu santìssimo Corpo e o santìssimo Sangue”, seja para eles inspiração e orientação da sua vida eucarística.

 

6. Sepultados e ressuscitados com Cristo no Batismo, que os torna membros vivos da Igreja, e a ela mais fortemente ligados pela Profissão, tornem-se testemunhas e instrumentos de sua missão entre os homens, anunciando Cristo pela vida e pela palavra. Inspirados por São Francisco e com ele chamados a reconstruir a Igreja, empenhem-se em viver em plena comunhão com o Papa, os Bispos e os sacerdotes num confiante e aberto diálogo de criatividade apostólica.

 

7. Como “irmãos e irmãs de penitência”, em virtude de sua vocação, impulsionados pela dinâmica do Evangelho, conforme o seu modo de pensar e de agir ao de Cristo, mediante uma radical transformação interior que o próprio Evangelho designa pelo nome de “conversão” a qual, devido à fragilidade humana, deve ser realizada todos os dias. Neste caminho de renovação, o sacramento da Reconciliação é sinal privilegiado da misericórdia do Pai e fonte de graça.

 

8. Assim como Jesus foi o verdadeiro adorador do Pai, façam da oração e da contemplação a alma do próprio ser e do próprio agir. Participem da vida sacramental da Igreja, principalmente da Eucaristia, e se associem à oração litúrgica em uma das formas propostas pela mesma Igreja, revivendo assim os mistérios da vida de Cristo.


9. A Virgem Maria, humilde serva do Senhor, disponível à sua palavra e a todos os seus apelos, foi cercada por Francisco de indizível amor e foi por ele designada Protetora e Advogada da sua família. Que os franciscanos seculares testemunhem a Ela seu ardente amor pela imitação de sua incondicionada disponibilidade e pela efusão de sua confiante e consciente oração.


10. Unindo-se à obediência redentora de Jesus, que submeteu sua vontade à do Pai, cumpram fielmente as obrigações próprias da condição de cada um nas diversas situações da vida, e sigam o Cristo, pobre e crucificado, testemunhando-o, mesmo nas dificuldades e perseguições.


11. Cristo, confiado no Pai, embora apreciasse atenta e amorosamente as realidades criadas, escolheu para Si e para sua Mãe uma vida pobre e humilde. Assim, os franciscanos seculares procurem no desapego um justo relacionamento com os bens temporais, simplificando suas próprias exigências materiais. Estejam conscientes, pois, de que, segundo o Evangelho, são administradores dos bens recebidos em favor dos filhos de Deus. Assim, no espìrito das “Bem-aventuranças”, se esforcem para purificar o coração de toda a inclinação e cobiça de posse e de dominação como “peregrinos e forasteiros” a caminho da casa do Pai.


12. Testemunhas dos bens futuros e comprometidos pela vocação abraçada à aquisição da pureza do coração, desse modo se tornarão livres para o amor a Deus e aos irmãos.


13. Assim como o Pai vê em qualquer homem os traços do seu filho, Primogênito entre muitos irmãos, os franciscanos seculares acolham todos os homens com humilde e benevolente disposição, como um dom do Senhor e imagem de Cristo. O senso de fraternidade os tornará alegres e dispostos a identificar-se com todos os homens, especialmente com os mais pequeninos, para os quais procurarão criar condições de vida dignas de criaturas remidas por Cristo.


14. Chamados, juntamente com todos os homens de boa vontade, a fim de construir um mundo mais fraterno e evangélico para a realização do Reino de Deus, cônscios de que “cada um que segue o Cristo, Homem perfeito, também se torna ele próprio mais homem”, exerçam com competência as próprias responsabilidades no espírito cristão de servico.


15. Estejam presentes pelo testemunho da própria vida humana, e ainda por iniciativas corajosas, individuais e comunitárias, na promoção da justiça, em particular, no âmbito da vida pública, comprometendo-se em opções concretas e coerentes com sua fé.


16. Estimem o trabalho como um dom e como uma participação na criação, redenção e serviço da comunidade humana.

 

17. Em sua família vivam o espírito franciscano da paz, da fidelidade e do respeito à vida, esforçando-se para fazer dela o sinal de um mundo já renovado em Cristo. Os esposos, em particular, vivendo as graças do matrimônio, testemunhem no mundo o amor de Cristo à sua Igreja. Por uma educação cristã simples e aberta, atentos à vocação de cada um, caminhem alegremente com os filhos em seu itinerário humano e espiritual.
18. Tenham, além disso, respeito pelas criaturas, animadas e inanimadas, que “do Altìssimo recebem significação” e procurem com afinco passar da tentação do aproveitamento para o conceito franciscano da Fraternização universal.


19. Como portadores de paz e conscientes de que ela deve ser construída incessantemente, procurem os caminhos da unidade e dos entendimentos fraternos mediante o diálogo, confiando na presença do germe divino que existe no homem e na força transformadora do amor e do perdão. Mensageiros da perfeita alegria, em qualquer situação, procurem levar aos outros a alegria e a esperança. Inseridos na Ressurreição de Cristo, que dão verdadeiro sentido à Irmã Morte, encaminhem-se serenamente ao encontro definitivo com o Pai.

 

CAPÍTULO III: A vida em fraternidade.

 

20. A Ordem Franciscana Secular se divide em fraternidade de vários níveis: local, regional, nacional e internacional. Cada qual delas tem sua própria personalidade moral na Igreja. Essas fraternidades dos diversos níveis estão coordenadas e ligadas entre si segundo a norma desta Regra e das Constituições.


21. Nos diversos níveis, cada fraternidade é animada e dirigida por um Conselho e um Ministro (ou Presidente), que são eleitos pelos Professos de acordo com as Constituições. Seu serviço, que é temporário, é um cargo de disponibilidade e de responsabilidade em favor de cada indivíduo e dos grupos. As fraternidades, internamente, se estruturam de acordo com as Constituições, de modo diverso, segundo as variadas necessidades dos seus membros e das suas regiões, sob a direção do respectivo Conselho.


22. A fraternidade local tem necessidade de ser erigida canonicamente, e assim se torna a célula primeira de toda a Ordem e um sinal visível da Igreja, que é uma comunidade de amor. Ela deverá ser o ambiente privilegiado para desenvolver o senso eclesial e a vocação franciscana e também para animar a vida apostólica de seus membros.

 

23. Os pedidos de admissão à Ordem Franciscana Secular são apresentados a uma fraternidade local, cujo Conselho decide sobre a aceitação dos novos lrmãos. A incorporação na fraternidade se realiza mediante um tempo de iniciação, um tempo de formação de, ao menos, um ano e pela Profissão da Regra. Em tal itinerário gradual está empenhada toda a fraternidade, também no seu modo de viver. Quanto à idade para a Profissão e ao distintivo franciscano, é assunto a ser regulado pelos Estatutos. A profissão, por sua natureza, é um compromisso perpétuo. Os membros que se encontram em dificuldades particulares cuidarão de tratar dos seus problemas com o Conselho num diálogo fraterno. A separação ou demissão definitiva da Ordem, se realmente necessária, é ato de competência do Conselho da Fraternidade, de acordo com a norma das Constituições.
24. Para estimular a comunhão entre os membros, o Conselho organize reuniões periódicas e encontros freqüentes, também com outros grupos franciscanos, especialmente de jovens, adotando os meios mais apropriados para um crescimento na vida franciscana e eclesial, estimulando cada um para a vida de fraternidade. Uma tal comunhão é continuada com os irmãos falecidos pelo oferecimento de sufrágios por suas almas.


25. Para as despesas que ocorrem na vida da fraternidade e para as necessárias obras do culto, do apostolado e da caridade, todos os irmãos e irmãs oferecem uma contribuição na medida de suas próprias possibilidades. Seja um cuidado das fraternidades locais contribuir para o pagamento das despesas dos Conselhos das Fraternidades de grau superior.

 

26. Em sinal concreto de comunhão e de co-responsabilidade, os Conselhos, nos diversos níveis, de acordo com as Constituições, solicitarão aos Superiores das quatro Famílias Religiosas Franciscanas, às quais, desde séculos, a Fraternidade Secular está ligada, religiosos idôneos e preparados para a assistência espiritual. Para favorecer a fidelidade ao carisma e a observância da Regra e para se terem maiores auxílios na vida da fraternidade, o Ministro (ou Presidente), de acordo com seu Conselho, seja solícito em pedir periodicamente a visita pastoral aos competentes Superiores religiosos e a visita fraterna aos responsáveis de nível superior, segundo as Constituições. “E todo aquele que isto observar, seja repleto no cëu da bênção do altìssimo Pai, e seja na terra cumulado com a bênção do seu dileto Filho, juntamente com o Santìssimo Espìrito Paráclito”. Primeira indicção é o primeiro ano de um grupo de quinze anos; este modo de contar o tempo por indicções é
muito antigo e significa originariamente uma contagem de anos por grupos de quinze anos fiscais. Ela é mais antiga que a contagem a partir do nascimento de Cristo e se manteve ainda por muito tempo ao lado daquela contagem).

 

 

Concerto religioso apresentou Bach e Pergolesi na Semana Santa

Postado em: abril 25, 2014 by Roberto Nonato

Na Semana Santa foi celebrado um concerto especial na Igreja da Ordem Terceira de São Francisco do Recife, na quarta-feira (16), às 20h. Retomando as tradições seculares, o grupo Ensemble Sonoro Ofício apresentou composições de Giobanni Pergolesi e Sebastian Bach, com músicas clássicas alusivas à época religiosa. O maestro Sérgio Dias assinou a direção do conjunto formado por 25 músicos e os solistas cantores Luiz Kleber Queiroz, Kellita Martins e Virgínia Cavalcanti.

 

 

O Ensemble Sonoro Ofício vai executou a “Stabat Mater”, de Pergolesi, que retrata as dores de Maria ao pé da cruz. Já de Bach, foi apresentada a “Cantata 56″, que fez uma homenagem ao Domingo de Páscoa.

 

 

Movimento Pró-Criança

Postado em: juho 10, 2013 by Roberto Nonato

No dia 18 de julho de 2013 na Igreja da Venerável Ordem Terceira de São Francisco o Coral Pró-Criança irá se apresentar durante a missa a partir das 12h e no dia 19 de julho de 2013 a orquestra Pró-Criança fará sua apresentação às 15h na Capela Dourada, ambas ficam na Rua Imperador D. Pedro II no bairro de Santo Antônio.

 

 

 

Veja o vídeo: Movimento Pró-Criança

Visite o site: www.movimentoprocrianca.org.br

 

 

Deus é paciente conosco

Postado em: junho 21, 2013 by Arthur Barreto

“… Deus é paciente conosco, porque nos ama; e quem ama compreende, espera, dá confiança, não abandona, não corta as pontes.
Sabe perdoar. Recordemo-lo na nossa vida de cristãos: Deus sempre espera por nós, mesmo quando nos afastamos!
Ele nunca está longe e, se voltarmos para ele, está pronto a abraçar-nos.”

(Homilia na Basílica de São João de Latrão, 7/4/2013)

 

 

Francisco: Papa e Bispo de Roma

Postado em: maio 21, 2013 by Arthur Barreto

Homilia na missa que marca o início do seu ministério petrino.

Gilvandro Coelho. E-mail: gvcoelho@uol.com.br

Celebrada na solenidade de S. José, o Papa Francisco principia dizendo que aquele santo recebeu a missão de guardião de Maria, a sua mãe e de seu filho Jesus. Ele a desempenhou com amor, total fidelidade e humildade no silêncio, mas com presença constante.

Essa missão de guardião, o Papa a estendeu à Igreja, com as mesmas características. Assim, ele pede, por favor, a quantos ocupem cargos de responsabilidade em âmbito econômico, político ou social, a todos os homens e mulheres de boa vontade que sejam guardiões da criação, do desígnio de Deus inscrito na natureza. Guardiões do outro e do ambiente não deixemos que sinais de destruição e morte acompanhem o caminho destes em nosso mundo.

Por fim, acrescentou numa observação: cuidar, guardar, requer bondade, ato praticado com ternura. Assim, José aparece no Evangelho como homem forte, corajoso, trabalhador, mas no seu íntimo com uma grande ternura. Assim, não devemos ter medo da bondade e da ternura. E, atendendo ao seu pedido, oremos por ele.

 

 

Caminho de amor

Postado em: abril 11, 2013 by Arthur Brreto

GILVANDRO COELHO

E-mail: gvcoelho@uol.com.br

 

 

A escolha do Cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, arcebispo de Buenos Aires, como Bispo de Roma e, nessa qualidade Papa da Igreja Católica Apostólica Romana constituiu grata e alegre surpresa para todo o mundo, conforme a imprensa mundial vem registrando.Ele não se destacava entre os aspirantes ao papado, não era europeu, nem brasileiro ou asiático, mas argentino, embora descendente de italiano e, ao ser apresentado à multidão que o aguardava, na Praça de S. Pedro, em um gesto de humildade, antes de abençoa-la pediu que rezassem por ele.

Essa eleição despertou imensa alegria também porque ele passou a se chamar Francisco. Além de ser o primeiro desse nome, em homenagem a São Francisco de Assis, o fundador da Ordem Franciscana, hoje espalhada pelo mundo conforme revelou. Ainda mais, afirmou humildemente que a mensagem mais forte do Senhoré a misericórdia porque Deus não se cansa de perdoar então veio para os justos. Na primeira missa do seu pontificado disse que o verdadeiro poder é o serviço e o Papa deve servir a todos e especialmente aos mais pobres.

Conforme a imprensa vem apontando e as suas intervenções reforçam, as marcas do seu pontificado, certamente serão a modéstia, o espírito pastoral e a revisão de alguns problemas da Cúria. Mas, é preciso nos compenetrarmos de que temos um grande sistemade ciência e economia com elevado nível de sofisticação técnica no mundo em desenvolvimento, todavia quase desconhecido.  Somos, assim, porque conversamos pouco com o resto do mundo, conforme ressaltou o colunista Vinicius Torres Freire (Folha de S. Paulo, 17.03.2013).

 

 

Exposição: Santiago de Compostela: Caminho Francês

Postado em: abril 04, 2013 by Arthur Brreto

O Museu Franciscano de Arte Sacra da Capela Dourada de Recife e a Fundação Artístico Cultural Iberoamericana apresentam a exposição Santiago de Compostela: Caminho Francês, Desenhos de um Arquiteto José Maria Plaza Escrivá e Mosaicos de uma Arquiteta Sandra Paro.
Trata-se de uma mostra do belíssimo Caminho Francês de Santiago de Compostela, o qual foi percorrido e desenhado ‘’in situ’’ pelo Arquiteto espanhol José Maria Plaza Escrivá, que nos apresenta através do olhar encantado de um viajante desenhador, os monumentos mais emblemáticos desse itinerário cultural vivo e contemporâneo, que nos oferece arte, espiritualidade e paisagem. Aliados aos desenhos, o painel em mosaico executado pela Arqt. Sandra Paro representa a Catedral de Santiago de Compostela, numa linguagem original e inovadora.
A proposta dessa exposição no Museu Franciscano de Arte Sacro do Recife, vem cumprir sua função de estabelecer um diálogo permanente entre o Museu e a sociedade civil, ao apresentar um registro iconográfico criativo, propiciando conhecer a memória artística, propiciando uma mudança social através da arte.

 

Abertura: 09 de maio, às 19 h, com apresentação do Coral de Música da Capela Dourada de Recife até 10 de junho de 2013.
Local: Museu Franciscano de Arte Sacra (Capela Dourada – Recife), à Rua Imperador D. Pedro II, s/n – Centro – Recife / PE
Horário visitação: segunda a sexta.feira: das 8:00 às 11:00 h – das 14:30 às 17:00 hs – Sábado: das 8:00 às 11:00 hs.

 

INFORMAÇÕES:
FACI: (81) 9963.4030 / 3467.1249
e.mail: facirecife@gmail.com
You Tube: Fundação Artístico Cultural Iberoamericana
Museu Franciscano de Arte Sacra da Capela Dourada
f.: (81) 3224.0994 / (81) 32240530
R. Imp. Dom. Pedro II, s/n – Recife / PE

 

 

Exposição Virtual: Papa Francisco y Córdoba

Postado em: abril 4, 2013 by Arthur Barreto

A Fundação Artístico Cultural Iberoamericana apresenta a Exposição Virtual: Papa Francisco y Córdoba, um registro artístico realizado pelo Arqt. José Maria Plaza Escrivá, que desenhhou ”in situ” a Manzana e as Estâncias Jesuiticas em Córdoba (Argentina), onde o Papa Francisco viveu uma enriquecedora experiência.
A música de Domenico Zipoli, um jesuita que ai viveu no séc. XVIII e compos essa bela trilha musical, a qual foi gentilmente cedida pelo maestro Aurelio Sagaseta, da Capilla de Música da Catedral de Pamplona.
Um belo passeio pelo conjunto de obras religiosas, culturais e educativas levadas a cabo pelos Jesuitas da Compañia de Jesus.

 

Fundação Artístico Cultural Iberoamericana
R. Barreiros, 31 – Recife / PE – Brasil – 51.011-260
F: (81) 9963.4030 / 3467.1249
facirecife@gmail.com/ facirecife.blogspot.com.br

 

 

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